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A série tensiona o espaço íntimo como território de metamorfose. Nos bordados feitos sobre protetores de prato, figuras híbridas emergem entre o cuidado e a contenção: a luz projetada transforma o gesto cotidiano em sombra mítica, revelando o invisível que habita o lar. Já a imagem impressa em uma tábua de cortar carne inscreve o corpo feminino sobre o utensílio doméstico, deslocando seu sentido funcional para o simbólico.

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