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"Chore, minha mãe, pois chorando regaremos a terra seca onde nossas raízes foram plantadas."
Este verso é o coração dessa série. Nela, minha mãe e eu coletamos lágrimas: das flores em nosso jardim e dos nossos próprios rostos. É um diário visual sobre a passagem do tempo, o cuidado mútuo e a simbiose delicada entre a natureza e os laços que nos definem. Ao regar o mundo com nossos sentimentos, aprendemos com ele a florescer. Este é o nosso diálogo, um gesto que une a fragilidade da vida, a beleza da perda e a imensa força de cuidar.

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