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Vídeo-performance em que apareço sentada enquanto minha mãe, costura meu rosto com linha e agulha. O gesto, simultaneamente terno e violento, transforma o cuidado em rito e a dor em vínculo. Entre mãe e filha, o fio atravessa a pele como metáfora da herança, da reparação e do desejo de manter o outro unido ao próprio corpo.
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