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Em 'Doces Bárbaras', nos sentamos à mesa para um banquete indigesto. A série usa uma dupla metáfora para criticar duas das estruturas mais nocivas à saúde do corpo e da vida: o açúcar e o falocentrismo. Em uma sequência de imagens que beira o grotesco, doces de formato fálico são oferecidos, consumidos e manipulados, expondo como a cultura patriarcal é enfiada goela abaixo, disfarçada de prazer. É uma crítica ácida sobre como somos ensinadas a consumir e a desejar aquilo que nos adoece e nos aprisiona.

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