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Vídeo-poema em que preparo um bolo enquanto declamo um texto sobre gênero e linguagem. Entre a receita e a palavra, o gesto culinário se converte em provocação poética: o desejo de um texto que não se submeta a gêneros — literários ou corporais. No final, o bolo é comido, completando o ciclo de criação, transgressão e digestão do próprio discurso.
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