top of page
Neste livro de artista, a cozinha torna-se campo de experimentação política e afetiva. Entre mãe e filha, o gesto culinário vira performance: preparar e consumir receitas caseiras que beiram o absurdo — como morcilha feita com o sangue do meu braço ou um coquetel Molotov — é também encenar as contradições do cuidado e da herança.
Com humor e ironia, o projeto convida a um banquete simbólico onde sabor e pensamento se misturam, desafiando fronteiras entre o familiar e o estranho, o alimento e o interdito, a tradição e as “receitas prontas” que moldam nossas identidades.

bottom of page
