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O que acontece quando olhamos tão de perto que esquecemos o que estamos vendo? 'Sopro Gentil do Tempo' é um convite a essa meditação. Ao fotografar a pele da minha mãe em closes extremos, eu a transformo em matéria universal. A pele se torna casca de árvore, duna de areia, papel amassado. O corpo individual desaparece para dar lugar a um ensaio sobre a impermanência, a beleza da decadência e a delicadeza com que o tempo deixa suas assinaturas. É um lembrete de que somos feitos da mesma matéria que o mundo, e que envelhecer é apenas a forma como a natureza nos reivindica de volta, gentilmente.

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