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Ao moldar o rosto de minha mãe em uma máscara, inicio um ritual: devoro-a para absorver sua força e, no mesmo ato, para me libertar dela. Este ensaio é uma exploração da identidade que é consumida, incorporada e, por fim, expelida. É um mergulho na fusão e no conflito de ser, simultaneamente, uma extensão da mãe e um indivíduo único.

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